Sobre

MCD

A More Core Division surgiu no final dos anos 80 na Califórna, com a proposta de se manter fiel ao mercado core. O gerente da marca na época, Mike Savage, dizia que “o neon estava estourando, as pessoas andavam para cima e para baixo em cores malucas. O Surfe havia se tornado muito comercial. A MCD era o oposto disto. Existia um sentimento libertador em fazer o que você realmente acreditava”.

O nome “More Core Division” surgiu de uma expressão usada no filme Surfers: the movie, onde um dos personagens disse que os surfistas do norte da Califórna eram “mais core” do que os outros”.

Colaboradores: Alana Pereira, Fabiano Tissot e Leandro Vignoli
Gerenciamento de Projeto: Agência Browse
Marketing MCD: Roberta Cajado e Rudney Marcondes

Para saber mais, acesse: www.mcdbrasil.net

Alana Pereira:
Porto Alegrense que não consegue decidir se é melhor viver em São Francisco, Buenos Aires, Nova Iorque, São Paulo, Barcelona, ou se basta conhecer cada uma bem e sempre poder voltar para elas e depois para casa. Apaixonada por internet, música, cinema, moda, cultura pop e clichês, viu na publicidade uma maneira de lidar com um pouco de tudo em horário comercial. Fora dele, tenta viver um outro pouco de tudo isso com os amigos. Como boa seguidora do clichê publicitário pode dar pitacos sobre qualquer assunto. A inspiração vem de tudo e, se ela some, basta uma flaneada pela cidade.

Fabiano Tissot:
Surfista formado em direito e cursando pós em marketing. Curto stand up e umas ondinhas maiores. Se possível viajar pra isso, se não, desbravar algumas ondas de tow in por aqui mesmo, como fizemos eu e meu grande “irmão” Zeca Scheffer (que Deus o tenha) na Ilha dos Lobos (RS) e Laje da Jagua (SC).

Leandro Vignoli:
Para quem não me conhece das ruas, da internet ou dos bares, sou Leandro Vignoli, chamado mais pelo sobrenome do que pelo nome. Tudo que você lerá escrito por mim aqui vai ter certo grau de disfuncional, porque é assim que levo as coisas. Música, o mote principal, sem essa de ficar segmentando.
Não tenho medo de usar a palavra “eclético”, muito por saber exatamente onde me enquadro nela. Adoro guitarra distorcida, de Sonic Youth, Jesus & MC e Fugazi, mas amo a melodia do soul, dos gênios Gaye, Mayfield e Hayes. E o metal, e a psicodelia, o rockão, e o dub bem pegado. Música certa é aquela que se encaixa no momento certo. Aliás, uma das mais certas pra lutar um boxe no escuro é Ace of Spades, prediletas da casa sempre.
Faço esse misturão diariamente via rádio, Unisinos 103,3 FM, onde trabalho há certo tempo como locutor, primando pela independência e a liberdade sonora. Colaboro também, todo mês, na revista Void e na internet digito via mycool.com.br, coletivo que engloba moda, design,trends e música — onde me encaixo de novo. Inclusive, na web foi onde figurei primeiro, através do Gordurama, saudoso site onde reuníamos um toque de criticismo contestador a vigência bunda-mole do que ouvimos/vemos/lemos por aí. “Minha especialidade é estar certo quando todos os outros estão errados”. Esse é Bernard Shaw, dono de ironia fina o bastante para eu não achar genial. Muito prazer.