Posts em ‘Isso é Core’

fev 22

Incredible Rio

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Por Fabiano Tissot

No cenário do Arpoador, Incredible Rio mostra um pouco do universo que cerca uma das pedras de surf mais conhecidas do país.

Imagens que vão desde o Morro do Cantagalo, passando pelo asfalto e pelas peladas, até o movimento nas areias de um dos cartões postais da Cidade Maravilhosa.

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fev 17

Nostalgia parte II

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Lembra que mostramos o projeto Back to the Future aqui? O fotógrafo Boby Neel Adams teve uma ideia parecida ao criar o projeto AgeMaps, que reúne imagens de pessoas na mesma posição de uma foto antiga. Os anos passam, e a inocência no olhar também.

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fev 16

Xixi na rua: é crime ou falta de opção?

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Carnaval à vista, e a polêmica do xixi na rua está bombando. Afinal, isso pode ser considerado um crime?

Na última semana, várias pessoas foram detidas pela polícia carioca ao serem pegas em flagrante. Em depoimento, eles alegaram os motivos que os levaram ao ato: a inexistência de banheiros num grande raio de distância e a sujeira e falta de manutenção e ventilação nos poucos banheiros químicos disponíveis.

E você? O que acha disso tudo? Posicione-se!

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fev 15

O Estrangeiro se foi

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Desde a tarde de ontem, as redes sociais borbulhavam compartilhamentos e comentários com opiniões sobre a obra O Estrangeiro, d’Osgemeos, que foi apagada de um prédio no Anhangabaú, em São Paulo. O fato ocorreu da noite para o dia, sem nenhuma explicação.

Milhares de suposições depois, a Secretaria Municipal de Cultura fez um pronunciamento no site da prefeitura de São Paulo, dizendo que foram os próprios artistas que solicitaram que a obra fosse apagada, já que o prédio seria demolido.
Osgemeos, então, se manifestaram. Segundo eles, O Estrangeiro nasceu em 2009, como parte das ações do ano da França no Brasil, numa parceria deles com SESC, Prefeitura de São Paulo e Plasticien Volant. Desde então, de fato eles sabiam que, um dia, ela desapareceria em consequência da demolição do edifício.

“Estamos fora do Brasil e recebemos hoje a notícia sobre a obra apagada no Vale do Anhangabaú”, declararam. “É realmente triste ver que o “Estrangeiro” se foi… Mas, pelo amor que temos por São Paulo e pela arte, estamos pensando em uma nova obra permanente para a cidade. Agradecemos o carinho expressado pelas mensagens que recebemos.”

O público aceitou, mas não sem lamentar. Afinal, obras como O Estrangeiro acabam transformando a cidade numa grande galeria de arte a céu aberto, mais divertida, menos cinza.

Por outro lado, o jornalista da Editora Abril, Mario Mendes, publicou um post polêmico em seu Facebook. Diz ele:

“Não vou chorar o desaparecimento do grafite dos Gêmeos. Grafite é arte efêmera, para se misturar com a paisagem urbana, sofrer interferências, enfrentar intempéries e, eventualmente, desaparecer no processo. Não é a Capela Sistina. Do caos veio e ao caos voltará.”

Então, fica a dúvida: arte urbana é patrimônio público ou uma efemeridade que pode ser apagada a qualquer momento? Que você pensa a respeito?

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fev 14

Brincando com fogo

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Por Leandro Vignolo

Pinturas instantâneas feitas com lã de aço. Ou como a maioria conhece, Bombril.

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