mai 07
Arte sem frescura
Arte | ComenteÉ fato que São Paulo é um dos grandes palcos de novos artistas urbanos e contemporâneos. Mas também é fato que a arte livre, exposta ao público sem ser elitista e cheia de frescura, ainda está dando os primeiros passos no nosso país.
Só que não estamos aqui pra ficar apontando o que o Brasil não tem, mas sim o que estamos nos esforçando pra adquirir. E isso é o que importa.
No final desse primeiro semestre, aqui em Nova York, visitei algumas escolas de arte que todos os anos abrem suas portas para que alunos, tanto os que estão se graduando como os que estão no mestrado, exponham seus trabalhos ao público em geral, com uma atitude bem despretensiosa e natural. Além de proporcionar um espaço/estúdio pra cada “novo” artista trabalhar durante os dois ou três anos, as próprias instituições chamam uma série de colecionadores e jornalistas do meio para que haja uma maior oportunidade desses alunos venderam e divulgarem suas obras. Incrível como esses bambambans da arte marcam presença, se interessam e frequentemente compram os suados trabalhos dos artistas.
É lógico que trabalhos não tão originais sempre aparecem pra atropelar. Mas posso dizer que, em sua grande maioria, fiquei impressionada com o resultado e o processo artístico dos caras.
As escolas visitadas foram a SVA (School of Visual Arts) e a Hunter College, ambas situadas em Manhattan. Nos próximos posts, vou falar mais de cada artista individualmente, mas por enquanto, você confere algumas das fotos do que rolou em ambas as exposições.































